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Quem somos

Conheça nossa história

Construindo sonhos, transformando vidas.

Da comunidade para os palcos

A Orquestra Filarmônica de Paraisópolis nasceu em 16 de setembro de 2010, do encontro entre o maestro Paulo Rydlewski e Gilson Rodrigues, então presidente da União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis, ao lado de um pequeno grupo de moradores.

O gesto fundador não foi tímido: começou com aulas para cerca de 150 crianças da comunidade — uma escola inteira de uma vez, que diz muito sobre a demanda represada no território.

Hoje somos um projeto de educação musical inteiramente gratuito, que já impactou mais de 2700 pessoas e mantém quatro corpos artísticos em atividade. Nossa atuação vai das aulas de musicalização para crianças de 4 anos às ações educacionais em escolas parceiras, chegando à temporada anual de concertos em salas como o MASP e o Teatro Porto Seguro.

A orquestra por quem a construiu

Assista no YouTube, em uma nova aba
Menina de óculos rosa sentada no tatame da sala de musicalização, tocando um reco-reco, com a vista de Paraisópolis pela janela. Crianças em roda na aula de musicalização, girando fitas coloridas com os braços erguidos. Quatro crianças em fila tocando flauta doce na aula, vistas de perfil, com o rosto do aluno da frente em primeiro plano. Crianças sentadas em roda no tatame, com um violão e um ukulele à frente, na sala de musicalização.

Por uma sociedade mais inclusiva e com mais oportunidades

Em 2025, passamos a ocupar nossa sede na Rua Manoel Antônio Pinto, no coração de Paraisópolis. Ali oferecemos gratuitamente cursos de musicalização, iniciação musical, ukulele, violino, violoncelo, violão e teoria e história da música, a partir dos 4 anos de idade — e sem limite de idade máxima.

Sob direção artística e musical do maestro Paulo Rydlewski — mestre pela USP, pós-graduado pela Academia Franz Liszt de Budapeste e regente de mais de 1.600 concertos —, o trabalho realizado dentro de Paraisópolis é a essência da instituição. Além das aulas, mantemos atendimento de musicoterapia, com um profissional dedicado a acompanhar as necessidades de cada aluno.

Em 2025 criamos a Orquestra Acadêmica, para jovens de 12 a 17 anos, e o Coral 50+, aberto a moradores a partir dos 50 — ampliando o alcance para as duas pontas etárias da comunidade. Quase todo projeto de música em periferia atende criança e adolescente; poucos atendem avós.

Dezesseis anos em números

16 Anos transformando vidas
[A DEFINIR] Pessoas impactadas desde 2010
100 Gratuito, sempre Cem por cento gratuito, sempre.

O que construímos até aqui

Em 2016, encerramos nossa temporada no Auditório do MASP, com entrada franca e participação do Coral Infantil de Paraisópolis. Em 2019, levamos à Avenida Paulista um encontro com o Coral Infanto-juvenil da Unibes em torno da trilha de O Fantasma da Ópera.

Em 2020, com os palcos fechados, seguimos tocando: a orquestra se apresentou na Virada Cultural Paulista, realizada quase inteiramente online, enquanto o pavilhão social de Paraisópolis se tornava o centro da mobilização da comunidade — o mesmo espaço onde milhares de refeições eram distribuídas por dia abrigava a cultura que mantinha o bairro de pé.

Em 2022, abrimos a retomada presencial do Teatro Porto Seguro com a cantora Paula Lima, num programa sobre a herança da Semana de Arte Moderna de 1922. Em 2024, inauguramos a temporada "Música para um Novo Tempo" no MASP, com a solista Ithamara Koorax.

Em 2025, ocupamos nossa sede, criamos dois novos grupos artísticos e passamos a contar com apoio direto da Funarte, do Governo do Estado de São Paulo e da Lei Federal de Incentivo à Cultura, além do patrocínio de Dasa, Santander e Teltec.

A orquestra vista do palco, com o maestro de pé diante dos músicos e uma plateia de milhares de pessoas ao ar livre, no fim da tarde.
Contrabaixista da orquestra tocando no palco, sob luz vermelha. Violinista da orquestra tocando durante um concerto, de olhos baixos e concentrada no instrumento.
O maestro Paulo Rydlewski regendo a orquestra no palco, de terno escuro, com as duas mãos erguidas em gesto de regência.

Diretor artístico e musical

Paulo Rydlewski

Em 2010, encontrou em Paraisópolis um celeiro de talentos e musicalidade, e decidiu colocar sua trajetória a serviço da comunidade. Ao lado de Gilson Rodrigues, hoje CEO do G10 Favelas, começou dando aulas para cerca de 150 crianças.

Nascido em São Paulo, é bacharel em Composição e Regência pela UNESP, pós-graduado pela Academia Franz Liszt, em Budapeste, e mestre pela Universidade de São Paulo. Regeu mais de 1.600 concertos no Brasil e no exterior, fundou cinco orquestras profissionais e criou cursos de música e instrumentos para todas as idades.

Recebeu o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte, o "Imortais in Vita" do Diário do Grande ABC e o prêmio "Desempenho" da revista Livre Mercado, e recentemente tornou-se imortal da Academia Brasileira de Música. Entre todos, um veio da própria comunidade que o acolheu: o Prêmio Nova Paraisópolis.

Linha do tempo

Caminhos percorridos, vidas transformadas

2010

Em 16 de setembro nasce o projeto, com aulas para cerca de 150 crianças de Paraisópolis.

2016

Concerto de encerramento de temporada no Auditório do MASP, com entrada franca.

2019

Apresentação na Avenida Paulista com o Coral Infanto-juvenil da Unibes.

2020

Com os palcos fechados, a orquestra se apresenta na Virada Cultural Paulista, online.

2022

Reabertura da temporada presencial do Teatro Porto Seguro, com Paula Lima.

2024

Abertura da temporada "Música para um Novo Tempo" no MASP, com Ithamara Koorax.

2025

Sede própria em Paraisópolis, dois novos grupos artísticos e termo de fomento com a Funarte.

2026

16ª temporada. [A DEFINIR]

Problemas existem para ser superados, obstáculos para ser suplantados.

Paulo Rydlewski, em 2020, sobre manter a orquestra tocando com os palcos fechados

No que acreditamos

Perspectiva de impacto

Transformar Paraisópolis e região por meio da educação musical, promovendo desenvolvimento pessoal e profissional, integração social e valorização da cultura local. Nosso compromisso é democratizar o acesso à formação musical de excelência, gratuitamente, para todos os moradores da comunidade e do entorno.

Visão de futuro

Mais do que formar músicos, queremos desenvolver o potencial humano e cultural de cada participante. Trabalhamos para que a música seja ferramenta concreta de mudança — nas trajetórias individuais, nas famílias e no território.

Proposta de valor

Nosso diferencial está na união entre arte e impacto social. A valorização das raízes nordestinas de Paraisópolis é um pilar fundamental, refletido no repertório, na proposta pedagógica e no propósito do projeto. Estruturamos o trabalho em três dimensões — ensino, extensão e pesquisa.

Relacionamento

Nossa relação com a sociedade se apoia em elevados padrões éticos. Publicamos relatórios de atividades, estatuto, organograma e termos de parceria. Somos guiados pelos valores de respeito à diversidade cultural, transformação social e excelência.

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